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“Amizades” destrutivas e a competição entre as mulheres

Aqui vai um artigo interessante tanto aos homens quanto às mulheres, embora o artigo vá narrar a partir das amizades femininas, pois é na competição entre as mulheres que este artigo foca em maior grau.  
As amizades superficiais, de meras colegas de uma rotina qualquer, merecem atenção, especialmente por parte das mulheres umas com as outras para viverem melhor suas relações, pois percebemos entre as mulheres muito mais competição que entre os homens (exemplo disso são as roupas exclusivas, sapatos caros, bolsas de grife e por aí vai).
Essa competição eventualmente também pode ocorrer no lado amoroso e fazer haver ciúmes entre elas e ocasionalmente levar a nascer um objetivo de quebrar o brilho da relação da outra, eis aí a “amizade” destrutiva.
Esclarecendo que, quando se fala em amiga concorrente, não se refere a concorrer para namorar o mesmo homem, mas concorrerem entre si, com mostras de realização e bem estar, uma espécie de status que demonstra ao grupo o sucesso afetivo.
Visualizamos que a habilidade destrutiva pode incluir frases soltas, expressões faciais ao falar do namorado da outra, desvalorizando a relação da amiga, ou mesmo frases do tipo “você está apaixonada” com risadas dando a entender que ela é uma boba por estar nesse estado emocional pelo namorado, uma espécie de perda de tempo, etc.
Cuidado para não generalizar, não confunda as coisas, há brincadeiras ingênuas sem maldade, onde não se tem nem de longe esse propósito.
É fato que hoje muitas mulheres comentam abertamente com essas amigas ou mais propriamente colegas sobre suas relações amorosas e o fazem seja para ingenuamente demonstrar sua felicidade ou até em razão dessa competição existente, mas muito acirrada como todas relativas ao status.
Competição – repita-se –, aí significa mostrar que está bem, que é desejada, que tem um namorado admirável, que o parceiro é atraente ou é relacionado a qualquer outra fonte de admiração.
A água fria jogada pela concorrente pode fazer sumir esse brilho, essa admiração.
E visualizamos duas motivações para isso quando há essa competição, a primeira é que a “amiga” não quer ficar por baixo aceitando ver a outra melhor que ela, a segunda é que tais comentários podem levar a que se relaciona a não ver mais o namorado com o mesmo brilho, o que para a concorrente significa não mais se sujeitar a vê-la melhor.
Essa quebra do brilho é algo subjetivo, não há um fato a justificá-la, mas uma vez ocorrida pode levar a namorada a ver a relação como algo não tão bom, algo aquém do que ela “imaginava”, como se tudo que até então acreditava não fosse realmente o que tinha convicção, vendo então como algo vazio.
Acabando a admiração, frustrações podem acontecer, uma é o fim da relação sem uma causa aparente, surpreendendo o parceiro entregue e que a admira muito, fazendo este sofrer muito, outra é a possibilidade maior de traição que além de muito dolorosa é para quase todos algo que igualmente põe fim à relação.
Opinamos que, o que mais importa muitas vezes na relação não é bem o que ela realmente é, mas o que a/o   parceira/o   acredita que a relação é, o que a relação representa para essa pessoa, aí o mal dessas “amizades” destrutivas que estremecem ou põem fim a essas convicções.
Outro cuidado aí. Não confundir amizades destrutivas com amigos do peito que avisam existir traições, caráter duvidoso ou dar algum conselho assumido como conselho. Se bem que tanto entre homens como entre mulheres, normalmente quem avisa essas coisas são pessoas próximas demais, não amigos ocasionais. Aí cabe avaliar com calma (sem quebrar nada, sem ofender) e verificar para ver o que fazer (sempre na paz).
Daí aquele ditado “me diga com quem andas, que te digo quem és” fazer-nos meditar, tanto no presente como no futuro, isto é, se só se aplica ao que a parceira é hoje ou se também se aplica a quem ela pode se tornar com essas “amigas” destrutivas (situação futura)?
Isto é só um artigo opinativo, lembre-se que cada pessoa age de um jeito, então não conclua bobagem, cada um tem seu modo de ser, existem brincadeiras saudáveis que nada refletem competição, são até carinhosas, assim como nada é absoluto, nem nossa opinião a dona da verdade.
(Os comentários dos leitores, não refletem, necessariamente, a opinião deste blog)

4 comentários:

Território Homem disse...

Bacana o artigo. Apontou uma característica que eu mesma já havia percebido e concordo. Parabéns pelo cuidado e ressalvas com que tratou do assunto. Janaína Bonassi
www.territoriohomem.com.br

Sanctus disse...

Impressionante este texto. Nunca havia visto por esta ótica. Apesar de não me relacionar com mulheres tão novas, pois já tenho meus 30 e poucos anos, percebo que tal comportamento não se aplica apenas ás mais novas e inexperientes. As mulheres mais maduras, na casa dos 25 e acima, ditas independentes e resolvidas, também adotam este padrão de competição. Não posso generalizar, mas percebo que de 10, 7 ou 8 são assim. Posso falar com propriedade. Isto resulta em relacionamentos cada vez mais curtos, onde a novidade, o afã de viver algo ainda inesperado gera um sentimento misto de euforia e contentamento. Claro que esta sensação acaba, e consequentemente, com o início de uma leve rotina á qual toda relação com mais de 03 meses está sujeita, o encanto se perde.
Mas até o homem, de certa forma age assim, ás vezes nos sentindo pior pelo fato de algum amigo ou conhecido desfilar com uma mulher mais gostosa e bonita que a nossa, mas dizemos que " enjoamos ".
Parabéns meu caro. Este texto é inédito,acompanho diversos sites masculinistas, e nunca li sobre esta abordagem.

barrosdelimaster.net disse...

Muito bom o texto. Todos sabemos que o encantamento da mulher pelo homem se dá pela admiração. Sabe-se ainda que ninguém como outra mulher para minar a autoestima da outra. A influência da amizade feminina é forte. Elas dão mais importância ao que amiguinha fala do que mesmo ao homem pelo qual ela está apaixonada. O que se deduz também o quanto o homem tem que enfrentar par se conquistar uma mulher.

Por outro se percebe esta competição destrutiva tanto em mulheres jovens com as mais maduras. Já tive relacionamentos com mulheres da minha idade e com garotas com metade de minha idade e sempre observei atentamente tais comportamentos. É algo que o homem ou está preparado para deixar o relacionamento ou vai amargar e surtar.

A situação hoje não é boa para relacionamentos duradouros mas ainda sim vale a pena procurar uma mulher que mereça o esforço de um homem.

R SALES disse...

Grande texto,reflete bem aquilo que muitas pessoas fazem,se dizendo amigas,daí a importancia de se ter cuidado com quem voçê convive.E principalmente o que voçê tem como metas de vida.

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