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Músicas proibidas, mas ofensas permitidas, só escolham o homem para vítima

O intervencionismo estatal agora se move contra a liberdade musical, mas só em prol da mulher. Há diversas músicas ofensivas aos homens, incluindo letras que expressamente mandam ou induzem a mulher trair o parceiro ou bater nele, mesmo assim nenhuma indignação há por parte do Estado, de seus parlamentares ou dos governantes. Toda difusão de violência, física e moral, contra o homem é aceita omissivamente por tais autoridades.

No entanto, o mesmo Estado quer proibir a contratação de músicos que tenham letras que eles (somente eles) vão classificar como ofensivas à mulher. Tão grave quanto por onde tudo começa é até onde vai (com novas iniciativas). E, certamente não vai parar aí, essa prática se espalhará por toda nossa cultura e se ampliará para outras condutas e meios (TV, rádio).
CLASSIFICAÇÃO é próprio de CENSURA, sempre foi assim. SOMOS CONTRA censura (prévia, póstuma, direta ou dissimulada), somos CONTRA UNILATERALIDADE SEXUAL que só protege a mulher e aceita toda espécie de ofensa perpetrada contra o homem. Somos contra o excesso de INTERVENCIONISMO próprio de países e governos tiranos ou governos nazistas como ocorreu por ocasião da segunda guerra mundial.
Não pensem que há uma preocupação estatal com o PUDOR da mulher ao querer proibir tais músicas, eis que esse mesmo Estado quer a PROSTITUIÇÃO como PROFISSÃO COMUM, reeducando a sociedade para assim vê-la. Basta verem o PNDH3. Esse mesmo Estado também discute tornar crime o homem contratar uma prostituta. Tem como explicar? Parece bem nítida a intenção de sempre e sempre defender a conduta da mulher e NA MESMA SITUAÇÃO pressionar, punir, acuar o homem.
Enfim. Fora intervencionismo, fora a censura, fora as proteções unilaterais, ou para ambos os sexos ou para ninguém. Todos são iguais perante a lei! (pelo menos deveriam ser!)
MDI

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5 comentários:

MDI disse...

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Kaic Aude disse...

Gostei da atitude. Pena que muitos pensarão os chavões de "boiola" e tal, mas quero dizer que dou força para você seguir em frente na empreitada. Não se intimide! Abraços e boa jornada!

Jose Rubens disse...

Como sempre digo vivemos numa ditocracia. Contra o homem então é ditadura coercitiva mesmo. E sem direito a reclamação.

Renato M. Veras disse...

O governo comunista e feminista é assim, um show de horrores com capa de bondade e justiça.

"Quando os justos governam, alegra-se o povo; mas quando o ímpio domina, o povo geme."

Provérbios capítulo 29 versículo 2.

"Serpentes, raça de víboras! como escapareis da condenação do inferno?"

Mateus capítulo 23 verso 3.

Para lutar verdadeiramente contra as injustiças sociais direcionadas aos homens, o movimento masculinista deveria criar instituições sérias que lutassem por isso, como sindicatos, associações e partidos políticos.

Fácil? jamais! nescessário? sim! ou podem prosseguir apenas influenciando pela mídia virtual, mas com fraca expressão politica.

Isso é uma crítica, pois concordo que homens devem lutar contra as injustiças sofridas.

Arney disse...

nesse caso em concordo

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