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Qual a verdadeira motivação para defesa do aborto?

Este é um artigo para você leitor refletir por muito tempo, trata-se de um ponto de vista a partir de cogitações. Toma como premissa a suposição que a grande vontade de liberar o aborto está mais em subjugar a sociedade ao gênero feminino que em evitar o "transtorno" de criar o filho.

Basta ver que até o início do Império Romano havia o patria potestas, um poder de morte sobre os filhos, em certas situações, exercido pelo chefe da família, que nem sempre era o pai. Como o femismo (neologismo que expressa subjugação do homem e da sociedade à mulher) pode renovar isso, porém sob a “autoridade” da mãe?  Somente vejo um, o aborto.
Exemplos de maldade estão nas páginas policiais dos jornais e programas de televisão, como abandono do filho no lixo, no rio, assassinato, tortura, tentativa disso ou daquilo.
Uma vez liberado esse genocídio, algumas mães (não generalize!), num momento de desequilíbrio emocional ou mesmo por pura maldade, poderão dizer coisas terríveis a esse filho, mas com efeitos sobre toda a sociedade.
Uma dessas coisas é apontar para ele e afirmar: "Você só nasceu porque eu deixei".
É monstruoso, mas se liberada essa matança, num ou outro caso, isso ocorrerá.
Tal monstruosidade, uma vez pronunciada, vai pesar assombrosamente dentro desse filho, como se ele "devesse" tudo à mãe, ainda que fosse o pai a criá-lo, numa situação de guarda na qual ela sequer fosse vê-lo uma vez ao ano.
Transbordará desse filho, pois outros ouvirão histórias desse tipo e se sentirão “aliviados” por sua mãe nunca ter falado isso, será uma falsa “dívida” de todos à mulher, como gênero.
De outro lado, o pai estará subjugado emocionalmente, poderá escutar chantagens ou pressões, tais como: "casa comigo, ou mato seu filho", "separa da sua mulher ou seu filho morre", “você me magoou, mas seu filho vai morrer”.
Os abortistas contraditoriamente não postulam criminalização hedionda ou mesmo qualquer dura penalização para esse terrorismo psicológico. 
Alguns até minimizarão, alegarão que também se trada de filho dela e igualmente ela sofreria as mesmas consequências. Errado, eis que, quem mata, obviamente não está subjetivamente se importando com a vida da vítima.
Advirto que monstros não têm sentimentos, as que assim agem ou pensam não estarão nem aí para nada e ninguém. Só vão querer machucar, causar estragos, uma ação desumana, primitiva, que só traz prejuízos emocionais graves à sociedade e põe fim à vida do inocente.
É possível visualizar outras hipóteses claramente nocivas, como a afirmativa: "vou matar seu filho, seu sangue, quero ver o que você vai fazer".
O mesmo Estado que pune homens por ofender emotivamente mulheres, como a unilateral lei de violência doméstica, cala-se bárbara e covardemente frente a essa assombrosa possibilidade mil vezes pior.
Em tal hipótese, será a morte de um inocente para ela provar sua revolta, sua inconsequência, seu desamor ao próprio filho, sangue de seu sangue.
Como ficam os danos emocionais desse pai, dos avós, tios etc?
Se o Ministério da Saúde quer falar de aborto, por suposta questão de saúde pública, onde estão seus profundos estudos quanto aos efeitos causado no pai em relação aos abortos por este não consentido ou mesmo os efeitos causados nos irmãos, nos tios ou nos avós, especialmente os paternos contrários ao aborto?
Nesse contexto, é estranha a justificativa unilateral e inaceitável de se cogitar de aborto como suposta questão de saúde pública a partir de uma parte só, numa questão que envolve duas famílias, sem se preocupar com ambas e efeitos sobre a sociedade.
Se fosse realmente visto o bem-estar social (de todos, senão não é social), seria o caso da discussão do aborto depender necessariamente também da anuência do genitor. Não vi até hoje a defesa dessa bandeira por parte dos/das sexistas pró-mulher. Nunca ouvi a afirmação vinda deles/delas: “só podemos discutir aborto, se for com a anuência do pai!”.
Como ficariam os demais parentes emocionalmente afetados que não aceitam ver o filho, o neto, o sobrinho, morrer numa execução premeditada?  Como ficam vendo tudo acontecer, mas sem o poder de parar essa execução? Como fica a saúde mental, emocional e física dessas pessoas?
A ciência não deixa dúvida que a saúde física é abalada pelo abalo da saúde mental e emocional. Como ficam todas essas, onde estão os estudos?
Claramente nota-se que a questão do aborto, em verdade, até o presente, jamais foi discutida sob a ótica da saúde pública.
Quais estudos a respeito dessas consequências? Onde estão? Quais os impactos nas demais pessoas? Quem os fez? Quais os critérios? Com quem foram debatidos? Ouviram os pais ou só as mães? E os avós? Os tios? Quais os danos psicológicos e doenças que poderá causar? Quanto trará de infelicidade? Quem será afetado? Como ficará o bem estar do pai? Dos avós? Dos tios? Quais os custos para tratar dos transtornos que ocasionar nestes? Qual o impacto para as finanças da saúde? O tratamento de quais doenças ficarão preteridos para destinar essas verbas? Que reflexos emocionais importará sobre a sociedade? Haverá um complexo de “dívida de vida” ou uma subjugação emocional da sociedade ao gênero feminino? Será instituído um matriarcado? Nenhuma resposta.
Evidencia-se que toda a culpa que se joga sobre a saúde pública para liberar o aborto só serve para piorar a saúde pública, um mero pano de fundo.
Veja que sequer esse artigo entrou na questão até maior, que é a morte injusta e injustificável da criança inocente, mas já se nota os muitos malefícios desse genocídio na sociedade.
Claramente soa que por traz pode existir dissimulados interesses escusos matriarcais, que hipoteticamente poderiam estar propulsionando muitas das cobranças para instituição do aborto.
Cogitando por esse raciocínio, temos uma nítida forma de controle sexista da sociedade balizada na dívida de vida, em razão do poder de vida ou morte sobre os filhos – na forma de aborto –, tal como já ocorreu na primitiva civilização “humana”.

7 comentários:

Jose Rubens disse...

Parabéns MDI o site, apesar de ser novo,vai muito bem. Publicação de Matérias de qualidade. Pessoal partipando. Muito bom. Vamos em frente que chegaremos lá.

Larissa disse...

Sabe o que penso?
Sem preconceito, mas, nao há razões atualmente para um aborto ( tirando os casos específicos de risco de vida para a mae, má formação do feto ou estupro );
Atualmente nós podemos contar com uma parcela incalculavel de variedade nos anti-concepcionais, há varias cartas na manga para se prevenir! Cabe ao casal essa prevenção, a questão é que até mesmo por isso é bom para a sociedade a liberação do Nofertil, tendo em vista aumentar as variedades.
Agora, mesmo depois de tamanha proteção, se algo ocorrer ( que sao casos em particulares ),acho que cabe ao casal o amor ao feto em desenvolvimento!
Pense, é um bebezinho que está em formação, o SEU BEBE! Uma criança totalmente inocente!
Além do mais, lembre-se que o mundo da voltas com facilidade inacreditável, quem nao te garante que esse bebe, num futuro, possa vir à te ajudar nas suas dificuldades?
O que nao se deve fazer em horas como estas é o homem e a mulher começarem a se culparem ( um ao outro ) pelo ocorrido. Deve haver um amor extremo entre um casal, de maneira que tanto o homem quanto a mulher se ajudem ( digo os DOIS se ajudarem! ), afinal, lembrem-se, uma mao lava a outra, e, as duas juntas saem limpas.

Seth Dragoon blog disse...

Sabe o que eu peço?
Que nos unimos, porque vejo que adeptos à causa estao em todas as regioes da nação, porem muitos tem vergonha de expor seus pensamentos, pensando que ao expor estes pensamentos, eles serão acusados de machismo ou misoginismo, entao, o que peço é uma união nao-sexista. Homens estão se aderindo ao movimento em uma velocidade IMENSA!
Entao, vamos unir, divulgar ideias e nos relacionarmos com masculinistas de outros países, além de votarmos nas enquetes!
Assim exigindo os nossos direitos como homens e acima de tudo como SERES HUMANOS, porem, sem rebaixarmos as nossas garotas. É bom até mesmo as meninas entenderem a filosofia do nosso movimento.
Mas, para que isso ocorra, devemos entender que nao podemos discriminá-las, dar-lhes segurança perante o movimento.
Abraços à todos, e principalmente ao MDI por ter a coragem de defender uma causa nobre!
Parabéns por defender os interesses masculinistas. Saiba que você tem apoio em Uberlandia.

MDI disse...

Ao Seth Dragoon blog:

Essa ideia de unirmos (uma ONG) está sendo conversada, já fizemos até postagens a respeito.

A enquete é um meio de sabermos quantos masculinistas estão dispostos, o perfil deles e até que ponto estão dispostos.

Dê mais sugestões e debata junto a postagem: "Qual sua sugestão para melhorar o blog?"

Seth Dragoon blog disse...

opa MDI, o que se passa amigão?
Tem parado de postar aqui ueh... ocorreu algo?

MDI disse...

Olá Seth Dragoon blog

O MDI é acumulado com vários outros compromissos pessoais e profissionais.

À medida do possível postamos, mas sempre de uma a duas vezes por semana.

Quando quiser entre em contato pelo e-mail/msn:

ola.mdi@hotmail.com

Saudações Masculinistas

lauro cesar disse...

Que texto fantastico, as coisas que eu mais quetiono no aborto é exatamente essa ideia idiota de que se trata de um direito da mulher, as feministas ( eu defendo muitas das lutas feministas por isso posso falar, pq não sou magista) vivem num mundo de fantasia onde todas as mulheres são boasinhas e todos os homens são ruins, não existem bons pais e na gestação mau planejada é sempre só a mulher prejudicada logo soh ela pode exercer esse direito.

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